Casino e Pão de Açúcar: falta de confiança não gera negócio

O ano de 2011 foi demudanças em diversos segmentos, com fusões e aquisições por grandes grupos, quer pela melhor remuneração dos seus acionistas, quer pela sobrevivência em um mundo globalizado. Foi o caso, por exemplo, da operação de fusão das Casas Bahia e o Ponto Frio, que visava ao equilíbrio dos patrimônios para o grupo Pão de Açúcar não colocar recursos na operação. Através de estratégias societárias, foi possível realizá-la, de modo que para o sócio majoritário ordinário, o Casino, não haveria implicações na gestão dos negócios e nem perda de qualquer poder.
 
Talvez essa iniciativa já fosse uma forma de Abílio Diniz efetuar junto com a instituição financeira uma estratégia de aquisição do Carrefour no Brasil. A operação poderia afetar a participação ordinária, já que essas ações fizeram parte das negociações quando a situação financeira do Pão de Açúcar não era confortável, mas foi mantida, por acordo de acionistas, que o gestor permaneceria nos negócios.
 
Depois de perceber amanobra societária sem uma autorização do Grupo Casino, detentor da maior parte das ações ordinárias, a situação ficou complicada, gerando desconfiança. Emvirtude disso, foi solicitado, antecipadamente, Juízo Arbitral, para que seponderasse sobre o acordo de acionistas. Por decisão dos acionistas majoritários, pode-se manter ou não o atual representante do Pão de Açúcar,Abílio Diniz.
 
Isso gerou desgastes, e o descontentamento da postura acarretou embaraços entre os acionistas majoritários e o representante no País. A primeira decisão de destituir Abilio Diniz do Conselho de Administração, cargo que ele ocupa desde 1999, foi tomada no final de março pelo grupo Casino. Diniz já foi notificado pelos franceses sobre a decisão destes de nomear um chairman do Conselho de Administração do Wilkes, holding de controle do Pão de Açúcar.
 
A situação não poderia ser diferente. A globalização aliada aos problemas existentes no mercado europeu, as tomadas de decisões de Abílio Diniz e a possibilidade de mudança na participação acionária, garantindo a sua perpetuidade no poder, demonstraram que as mudanças sem respeito geram desconfianças, e no momento em que se perde isso, não há negócios.
 
As mudanças de gestão poderão trazer uma outra dinâmica para o grupo Pão de Açúcar. Mesmo que o poder esteja na mão de estrangeiros, acredita-se que não haverá mudanças na política interna relacionada a preços e manutenção da empregabilidade, até porque os acionistas majoritários não assumiram antes em virtude do acordo em que existia o respeito pelo "fio de bigode".
 
Reginaldo Gonçalves é coordenador do curso de Ciências Contábeis daFASM (Faculdade Santa Marcelina)

http://refrescante.com.br/falta-de-confianca-nao-gera-negocio-por-reginaldo-goncalves.html

http://www.administradores.com.br/informe-se/administracao-e-negocios/casino-e-pao-de-acucar-falta-de-confianca-nao-gera-negocio/55173/

http://www.bemparana.com.br/noticia/216293/falta-de-confianca-nao-gera-negocio

 



Escrito por RELMARSP às 00h02
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Com juros a 8,5%, dívida pública recua mais de R$ 5,2 bi

São Paulo

A redução da taxa básica de juros (Selic) para 8,5% devem ajudar também as contas públicas por diversos fatores. Economistas estimam, por exemplo, que para cada 0,5 ponto percentual que a taxa é reduzida, a dívida pública recue R$ 5,2 bilhões. Até março, o endividamento do setor público consolidado estava em R$ 1,538 trilhão, o que equivale a 36,6% do Produto Interno Bruto, segundo dados do Banco Central (BC).

“Desta forma, é possível favorecer a queda do déficit nominal, a alcançar, um dia, o superávit nominal”, entende o coordenador de ciências contábeis da Faculdade Santa Marcelina, Reginaldo Gonçalves. No ano até março, o déficit do setor público acumulou R$ 13 bilhões (1,27% do PIB), comparativamente a R$ 19,7 bilhões (2,05% do PIB) no mesmo período de 2011. Neste período, os juros nominais passaram de 5,44% do PIB — cerca de R$ 55 bilhões — para 5,78%, o que equivale a R$ 59 bilhões.

Contudo, ele acredita que essas medidas “paliativas” servem para manter os gastos públicos. “Fazer um corte de R$ 55 bilhões [no Orçamento] ainda é pouco. O governo precisa ser mais transparente ao mostrar para onde estão sendo encaminhados os recursos públicos”, avalia.

O professor da Escola de Negócios da Anhembi Morumbi, José Carlos Polidoro, afirma além de reduzir os gastos com juros da dívida pública, cairá a pressão que essa despesa exerce sobre o superávit primário (economia para o pagamento desses juros). “Com isto, sobra espaço para reduzir a carga tributária e incrementar as despesas com investimentos”, diz o professor.

Por outro lado, ambos afirmam que, para manter o equilíbrio econômico, sem gerar alta da inflação, o patamar de 8,5% da taxa Selic é o limite.

Gastos

A série de medidas feitas pelo governo — como as renúncias fiscais no setor industrial e mudança na caderneta de poupança —, ao somar com as atitudes da autoridade monetária, tal como a continuidade da redução dos juros, têm o objetivo de estimular a atividade econômica. Uma das principais consequências do aumento do PIB é a expansão da arrecadação tributária. Isto é, mais receita para o governo. O lado perigoso disso, segundo os especialistas entrevistados pelo DCI, é que o governo pode elevar suas despesas com custeio. Isto é, o que não é produtivo ao País.

Em nota, os economistas do Itaú Unibanco mencionam que apesar do resultado primário um pouco melhor no primeiro trimestre deste ano — o superávit alcançou 4,5% do PIB, acima do patamar de 4,1% registrado no mesmo período no ano passado —, “a política fiscal está mais expansionista em 2012, em função do aumento do gasto”.

Segundo eles, em março, o gasto federal situou-se 11% acima do mesmo período no ano passado (ajustado para inflação), com aumento forte do gasto discricionário (34%), incluindo investimento (70%) e despesas de custeio (22%). As transferências também estão 9% maiores na mesma comparação, refletindo o maior aumento real do salário mínimo dos últimos seis anos.

“Com a exceção da despesa com funcionalismo, que está estável, o gasto federal está subindo em todas as frentes. Na média dos últimos seis meses, cresceu em torno de 5% em termos reais anualizados”, disseram.

Para os economistas do Itaú, se a receita pública crescer junto com a economia ao longo do ano, o governo poderá até manter um ritmo forte de crescimento do gasto, em torno de 7% real ao ano, em 2012 e 2013. “As transferências terão um papel importante em 2012. O investimento, por sua vez, tende a ficar forte nos dois anos.”

PIB

Mesmo com essas mudanças os especialistas estão pessimistas com a evolução do PIB. “Não vejo, no curto prazo, muitas mudanças na atividade econômica brasileira”, diz Reginaldo Gonçalves.

Os economistas do Itaú também compartilham dessa expectativa. “Os primeiros meses do ano indicaram um ritmo mais moderado da economia. Por um lado, o mundo cresce devagar e as condições de crédito ainda avançam gradualmente. Por outro lado, o mercado de trabalho continua aquecido, o gasto público se expande e a confiança, especialmente dos consumidores, está em alta. Considerando esses fatores, reduzimos nossa projeção de crescimento do PIB em 2012 para 3,1%, de 3,5%”, afirmam.

Ontem, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o governo ainda pode tomar mais medidas para estimular o PIB.

Contudo, a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou pesquisa também nesta quinta-feira que mostrou que boa parte dos países desenvolvidos deverá ter um crescimento mais forte nos próximos meses. E que o Brasil voltará a expandir nos próximos meses.

O indicador antecedente da atividade dos 34 países membros do grupo, de acordo com a OCDE, subiu para 100,5 em março, de 100,4 em fevereiro. No caso do Brasil, esse indicador aumentou de 98,4 para 98,7.

http://www.panoramabrasil.com.br/com-juros-a-8,5,-divida-publica-recua-mais-r$-5,2-bi-id86722.html

http://clipping.cservice.com.br/cliente/visualizarmateria.aspx?materiaId=15770938&canalId=76036&clienteId=WHRqiduOAhs=&end

http://clipping.cservice.com.br/cliente/visualizarmateria.aspx?materiaId=15772899&canalId=76036&clienteId=WHRqiduOAhs=&end

 



Escrito por RELMARSP às 00h51
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Argentina pode estar sendo usada como boi de piranha

As críticas com relação ao problema da expropriação da participação da Repsol na YPF toma outras proporções, podendo gerar dificuldades na captação de recursos e investimentos de bancos e empresas estrangeiras. Sem ao menos haver o julgamento pelo Tribunal Internacional de Arbitragem, requerido pela então empresa Repsol, jornais já emitem opiniões, proferindo sentenças sumárias, inclusive a expulsão dos Hermanos do G20.

Há algum tempo os países emergentes são vistos com bons olhos pelos investidores que buscam melhor remuneração do capital. Em contrapartida, querem segurança com relação aos seus negócios. Portanto, ninguém investe ou faz qualquer opção de parceria sem ter uma segurança ou cobrar mais caro para que haja manutenção dos seus investimentos.

O problema em si é se a empresa Repsol cumpriu ou não o contrato relacionado aos investimentos que deveria ter feito no país, independentemente dos problemas gerados e como se trata de uma matriz energética. Estamos acompanhando o problema da Chevron no Brasil, em que as punições são mais brandas, tornando mais interessante economicamente poluir o ambiente e pagar as multas do que investir para evitá-las. É fundamental analisar de maneira profunda o contrato, os regulamentos e a legislação interna do país para evitar punições de empresas que provocam e expropriam recursos, sacrificando a população, não investindo o que se devem e beneficiando a ineficácia dos investidores internacionais.

Muitas vezes, observamos que para desviar as atenções criam-se situações para que os holofotes passem para os problemas pequenos, fazendo com que os grandes desapareçam. Hoje, aEuropa, principalmente a Espanha, passa por uma crise e, certamente, qualquer ação que seja efetuada desviando a intenção principal de cobrar ações fiscais podem tornar a visão turva, deixando passar determinadas situações internas, encobrindo problemas e jogando responsabilidades em outros.

A soberania de uma nação tem de ser respeitada, e o investidor que coloca seus recursos em outro país sabe dos seus riscos. Julgar sumariamente, como tem feito The Wall Street Journal é demonstrar desrespeito. Se existem erros ou descumprimento de contratos, que haja sim a punição. Porém, nessa história, precisa ser pontuado quem é o bandido e o mocinho.

*Reginaldo Gonçalves é coordenador do curso de Ciências Contábeis da FASM (Faculdade Santa Marcelina).

http://refrescante.com.br/argentina-pode-estar-sendo-usada-como-boi-de-piranha-por-reginaldo-goncalves.html

http://www.inteligemcia.com.br/71002/2012/05/09/argentina-pode-estar-sendo-usada-como-boi-de-piranha/

http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=64981

http://www.administradores.com.br/informe-se/administracao-e-negocios/argentina-pode-estar-sendo-usada-como-boi-de-piranha/55058/

http://www.revistafatorbrasil.com.br/ver_noticia.php?not=202369

http://clipping.cservice.com.br/cliente/visualizarmateria.aspx?materiaId=15772899&canalId=76036&clienteId=WHRqiduOAhs=&end

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2012/05/noticias/a_gazeta/opiniao/1233308-condenemos-a-argentina.html

 



Escrito por RELMARSP às 18h03
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VESTIBULAR FASM - FACULDADE SANTA MARCELINA

Caros amigos,

O Vestibular da FASM - Campus Itaquera já esta aberto e conta com diversas parcerias acessem o link abaixo para ter maiores informações:

http://www.fasm.edu.br/Site-Itaquera/noticias/vestibular-2012-2-semestre/

Vejam as parcerias com descontos para graduação e pós-graduação, veja maiores informações com a secretaria do curso.

A relação de parceiros estão abaixo elencados, veja as condições para matrícula com os benefícios:

Empresa Parceira / Conveniada
APROFEM - Sind. Dos Profºs e Func. Munic. De São Paulo
COOPERSAUD
CORECON - Conselho Regional de Economia de São Paulo
CRECI - SP Conselho Regional dos Corretores de Imoveis - SP
Sind. Dos Bancários e Financiários de S. Paulo Osasco e Região
Fundação CASA
Lello Condomínios
Lello Locação e Vendas
Sindicato Dos Comerciários de São Paulo
CIRMONT Ind. E Com. De Circuitos Impressos
ESPRO - Assoc. de Ensino Social Profissionalisante
SindGuardas-SP Sind. Dos Guardas Civis Metropolitanos de S.P.
NATURA
SINDCONT - Sindicato dos Contabilistas de São Paulo
Colégio Santa Catarina
Grupo de Humanidades (GH)
AGP - Assessoria em Gestão de Pessoas
SINDECON - Sindicato dos Economistas do Estado de São Paulo
ACM - Associação Cristã de Moços
ACM - Associação Cristã de Moços
CALL TECNOLOGIA
SKILL Unidade Itaquera
Sindicato Nacional dos Artistas Plásticos
Sindicato dos Eletricitários do Estado de São Paulo
Prefeitura Municipal de São Paulo
Contmatic
SESCON - Sindicato dos Escritórios de Contabilidade SP
Associação Santa Marcelina
Casas Pernambucanas
Projeto Educar para Vida
Escritório Aguia de Contabilidade

 



Escrito por RELMARSP às 01h17
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Governo mexe com poupança dos mais humildes

Com a prática da política de beneficiar alguns grupos empresariais, chegou a hora de pressionar os bancos privados a baixarem os juros, de tal forma que atinjam o que os mercados internacionais oferecem. A primeira jogada foi reduzir as taxas das instituições financeiras públicas (Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal).
 
Os privados, mediante pressão governamental, reviram suas carteiras e propuseram alguns benefícios, que não agradaram Brasília, cujo objetivo é reduzir mais os juros como forma de efetuar uma política de consumo, voltada à meta de aumentar a produção e a oferta de empregos.
 
Contudo, um dos principais problemas, que transcende ao patamar dos juros básicos estabelecido pela Selic, é a taxa agregada ao risco da inadimplência, que poderá aumentar em virtude do estímulo ao crédito. Além disso, dependendo do volume em que ocorra, o problema pode prejudicar a liquidez dos bancos e, por consequência, a lucratividade e a remuneração dos acionistas.
 
Por conta da pressão dos bancos privados, o governo altera a forma de rendimento da Caderneta de Poupança, com redução na remuneração e troca de indexador para os novos investimentos. Com a queda da taxa Selic para os patamares de 8% a 8,5%, é muito provável que os investidores (pessoa física) migrem para a poupança, que hoje ainda tem uma remuneração baixa, mas popular, permitindo que diversas pessoas, inclusive as mais humildes e sem informação, possam continuar investindo os seus recursos.
 Para o governo, a manutenção da taxa de 0,5% de juros e correção pela TR prejudicará a rolagem da dívida interna em virtude dos vencimentos dos títulos públicos e a necessidade de seu refinanciamento através das instituições financeiras. O problema é bem outro, e isso já foi apontado: o crescimento do endividamento público interno em ano eleitoral é fato e, para cobertura dessa situação, é fundamental umaarrecadação cada vez maior.
 
O Impostometro apontou, no início de maio, que a arrecadação em 2012 já ultrapassou R$ 500bilhões (governos federal, estadual e municipal), sendo superior à registrada em igual período do ano passado.
 
Cada benefício fiscal concedido no âmbito de planos de estímulo, como o Brasil Maior, é utilizado como medida paliativa e não como curativa! Investe-se mal. Ademais, as indústrias nacionais, cada vez mais assistem aos seus resultados minguarem. Premidas pelo “Custo Brasil”, o câmbio sobrevalorizado, transportes e logística precários, não têm conseguido fazer frente à concorrência externa.
 Infelizmente, notamos, a cada mês, que o superávit primário não disfarça o déficit nominal, que tem nos juros da rolagem da dívida interna um de seus principais algozes. Assim, é necessário que o governo faça a lição de casa da redução de suas despesas, queda mais acentuada dos juros, ajuste do câmbio e redução de impostos, para que as pessoas mais humildes não paguem a conta de todos os problemas. Lembremos o caso do FGTS, do qual o governo já expropria metade dos juros, pois o crédito é de aproximadamente 3,04% ao ano, enquanto a poupança paga 6,17%.
 
Existem diversas situações a serem corrigidas e que até hoje são postergadas, como a mudança na remuneração do FGTS, a distribuição dos seus ganhos aos trabalhadores e os processos de expropriação dos planos Verão, Bresser e Collor, que prejudicaram poupadores humildes e que estão pendentes na justiça. Agora, por oportunismo, muda-se a remuneração da poupança.
 
Esta na hora de haver prudência e competência. Em um país onde o governo não sabe investir os recursos orçamentários, o povo acaba pagando os ônus. Até que ponto os brasileiros suportarão essa situação? Comparar o Brasil às nações do primeiro mundo está muito aquém de nossa realidade, a começar por uma distribuição de renda irregular. É só observar o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e odéficit contínuo da assistência social. Falta fiscalização dos gastos públicos e transparência nas ações do Estado. Está na hora de parar com o amadorismo governamental.
 
*Reginaldo Gonçalves é coordenador do curso de Ciências Contábeis da FASM (Faculdade Santa Marcelina).

http://refrescante.com.br/governo-mexe-com-poupanca-dos-mais-humildes-por-reginaldo-goncalves.html

http://www.investimentoenoticia.com.br/ultimas-noticias/artigos-especiais/governo-mexe-com-poupanca-dos-mais-humildes.html

http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=64820

http://www.revistafatorbrasil.com.br/ver_noticia.php?not=201767

http://www.jornaldosudeste.com.br/index.php?pg=4&id=6013

 http://www.ubaweb.com/revista/g_mascara.php?grc=39701

 



Escrito por RELMARSP às 00h40
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Contribuintes têm até segunda para declarar IR

O prazo para entregar a declaração do imposto de renda Pessoa Física termina na próxima segunda-feira (30) e, até às 14h30 de ontem, 65,5 mil  contribuintes potiguares (25,9% do total que deve declarar este ano) ainda não haviam entregue a declaração, segundo a Delegacia da Receita Federal de Natal. O índice estava um pouco abaixo do verificado nos anos anteriores. Mas quem faz parte dele, deve se apressar para não correr o risco de pagar multa.

Ana Silva

Entrega da declaração pode ser feita por meio do site da Receita Federal ou de agências bancárias

A entrega da declaração pode ser feita por meio do site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br) ou por meio das agências do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, onde será possível entregar o documento salvo em disquete, para envio durante o expediente bancário. É prevista a entrega de 253 mil declarações no RN. No Brasil, o número deve chegar a 25 milhões. Quem descumprir o prazo, está sujeito ao pagamento de uma multa fixada em  R$  165,74, mas que pode chegar a até 20% do valor do imposto. O valor aumenta de acordo com os dias em atraso.

É obrigado a declarar este ano quem recebeu rendimentos tributáveis com soma superior a R$ 23.499,15 ou rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, com soma superior a R$ 40 mil, no ano passado. Quem possuía bens cujo valor superava R$ 300 mil, vendeu imóveis e apurou grande capital, ou passou a residir no Brasil até dia 31 de dezembro  também precisa prestar contas com o 'leão'.

O primeiro lote de restituições será liberado no dia 15 de junho. Estão previstos mais seis lotes.

A delegacia da Receita Federal em Natal ainda não sabe informar quantos serão contemplados no primeiro lote nem quanto será devolvido para o bolso do contribuinte em junho. Fernando Dahia, supervisor do IR na delegacia da Receita Federal em Natal, adianta, entretanto, que entre 70% e 80% dos contemplados no primeiro lote são idosos. Os contribuintes que entregaram a declaração primeiro também têm prioridade.

Quem deixou para  última hora precisa tomar cuidado para não cometer erros. "Declare só o que pode comprovar", orienta Dahia. "Se não tem o documento em mãos, entregue a declaração, e depois quando receber o documento, envie uma 'retificadora'", completa. Os contribuintes têm até cinco anos para corrigir informações. A dica, segundo Dahia, é entregar a declaração o quanto antes. Nos minutos finais, o sistema congestiona e o risco de perder o prazo aumenta.

Cuidado também para não cair na malha fina. O contribuinte cai em malha geralmente quando a informação que fornece não está de acordo com a informada pela fonte pagadora ou quando as despesas médicas declaradas, por exemplo, estão muito acima da média. Nos dois casos, a Receita precisará de um pouco mais de tempo para confrontar informações e poderá solicitar alguns documentos. Para ver se caiu em malha, basta acessar o site da receita para fazer a checagem. Dependendo do caso, o erro pode ser corrigido de casa. "O contribuinte mesmo regulariza sua situação", ressalta Fernando Dahia.

A omissão de rendimentos ainda é um dos principais motivos de incidência na malha fina. A Receiestá cada vez mais preparada para identificar erros nas informações repassadas pelos contribuintes, afirma Reginaldo Gonçalves, coordenador de Ciências Contábeis da  Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo. "Por mais que a Receita venha alertando sobre a necessidade de se fazer a declaração com cuidado, muita gente ignora o alerta".
Fonte/Tribuna do Norte - por Jaime

http://comucachoeira.blogspot.com.br/2012/04/contribuintes-tem-ate-segunda-para.html

http://adiloisp.blogspot.com.br/2012/04/contribuintes-tem-ate-segunda-para.html

http://portalrg10.blogspot.com.br/2012/04/contribuintes-tem-ate-segunda-para.html

http://itauenses.blogspot.com.br/2012/04/contribuintes-que-ainda-nao-entregeram.html

http://www.radiojundiai.com.br/not_details.asp?mudafont=mais&id_not=127328&tamfont=12

http://www.ecofinancas.com/noticias/contribuintes-tem-ate-segunda-para-declarar-ir

http://tribunadonorte.com.br/print.php?not_id=218845

 



Escrito por RELMARSP às 12h16
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O leão prepara as garras contra os sonegadores

A Receita Federal está cada vez mais preparada com o seu aparato de Tecnologia da Informação na busca por erros nas informações geradas pelos contribuintes, muitas vezes por desconhecerem determinados aspectos da legislação. Por mais que o organismo já venha alertando sobre a necessidade de se fazer a declaração com cuidado, muita gente ignora o alerta.
 
Uma das informações utilizadas para o cruzamento é a DIRF (Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte), que obriga os declarantes a informar a todos aqueles que tiveram o imposto retido sobre sua responsabilidade. Com isso, a Receita cruza uma série de dados dos contribuintes que declaram o IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física) e a DIRF, conseguindo pegar os que, eventualmente, têm duas ou mais fontes de renda e omitem.
 
O detalhe para os desavisados é que a fonte pagadora somente é obrigada a declarar os valores que sofreram retenção ou cujo rendimento for superior a R$ 23.499,15, inclusive o 13º salário. E, no caso de autônomos, o valor é superior a R$ 6 mil. Há outras situações abrangidas pela legislação da DIRF, como pagamentos a titular e sócios de empresa, cujo valor seja superior a R$ 70.497,45.
 Algumas empresas, emvirtude da situação de obrigatoriedade da entrega do DIRF dentro dos limites estabelecidos, acabam por não gerar os informes de rendimentos a quem não se enquadra na situação de obrigatoriedade. Com isso, acabam prejudicando os contribuintes menos informados, pois o Informe de Rendimento, independentemente do enquadramento, tem de ser impresso e disponibilizado. Os contribuintes que têm interesse de minimizar o pagamento do imposto devido, ou aumentar o imposto a restituir, acabam não informando os valores que estão abaixo da obrigatoriedade. Para os desavisados, principalmente os que possuem diversas fontes de renda, a situação tem de ser levada mais a sério, já que o governo tem as informações geradas pela GFIP/SEFIP, nas quais todos os dados de empregados, assim como autônomos, são registrados, além das informações geradas pela RAIS.
 Com relação às despesas com cartão de crédito, existe o DECRED (Declaração de Operações de Crédito). As instituições financeiras já disponibilizam as informações acima de R$ 5 mil. Outras declarações que servem para cruzamentos já estão disponíveis e cada um, gerando a informação que será base de cruzamento.
 
As declarações geradas a partir de 2012 passarão por um sistema de cruzamento no qual a falta de dados será tratada, e o contribuinte deverá prestar contas,sujeito a multas e outras punições, dependendo da forma como foi cometido o erro. As declarações dos últimos cinco anos poderão ser revistas a qualquer tempodentro do prazo prescricional. Ou seja, evitar dores de cabeça ou economia "burra" poderá ser como um tiro no pé e custar muito mais caro do que os benefícios conquistados pela sonegação fiscal.
 
*Reginaldo Gonçalves é coordenador de Ciências Contábeis da FASM (Faculdade Santa Marcelina).

http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,493181,O_Leao_prepara_as_garras_contra_os_sonegadores_-_Por_Reginaldo_Goncalves_,493181,4.htm

http://refrescante.com.br/o-leao-prepara-as-garras-contra-os-sonegadores-por-reginaldo-goncalves.html

http://www.jornaldosudeste.com.br/index.php?pg=4&id=5962

http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=64551

http://www.inconfidente.com.br/materia.asp?CodMat=20045

http://www.grupoahora.com.br/materia.asp?CodMat=20045

https://ljcontabilidade.wordpress.com/2012/04/28/

http://www.revistafatorbrasil.com.br/ver_noticia.php?not=201143

http://www.bemparana.com.br/noticia/215007/o-leao-e-os-sonegadores

http://www.bemparana.com.br/impresso/2012/05/04/files/assets/downloads/publication.pdf 

http://www.executivosfinanceiros.com.br/noticias_mostra.asp?id=89660

http://www.jornalempresasenegocios.com.br/pagina_04_ed_2154.pdf

http://clipping.cservice.com.br/cliente/visualizarmateria.aspx?materiaId=15713445&canalId=76036&clienteId=WHRqiduOAhs=&end

http://clipping.cservice.com.br/cliente/visualizarmateria.aspx?materiaId=15707353&canalId=76036&clienteId=WHRqiduOAhs=&end 

http://clipping.cservice.com.br/cliente/visualizarmateria.aspx?materiaId=15726413&canalId=76036&clienteId=WHRqiduOAhs=&end

 



Escrito por RELMARSP às 00h48
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Imposto de renda 2012: você sabe o que acontece para quem não declara?

SÃO PAULO - Termina na próxima segunda-feira, dia 30 de abril, o prazo para o contribuinte entregar a declaração do Imposto de Renda à Receita Federal. Aqueles que não entregarem – apesar de serem obrigados – precisam saber que enfrentarão diversos problemas nas instituições financeiras e até mesmo para sair do País.
 
Começando pelos bancos, o coordenador de ciências contábeis da Faculdade Santa Marcelina, Reginaldo Gonçalves, explica que, caso o contribuinte esteja interessado em abrir uma conta, solicitar um empréstimo ou mesmo um financiamento de casa ou automóvel, se não tiver declarado o imposto de renda, dificilmente conseguirá.
 
CPF bloqueado
Isso acontece porque a Receita Federal identifica aqueles que não fizeram a declaração e bloqueia o CPF da pessoa. Essa restrição, por sua vez, pode ser identificada por qualquer banco que, no momento de avaliar se concede ou não o crédito, por exemplo, possivelmente negará. “Nenhum banco concede crédito para quem está irregular com a Receita Federal”, diz o professor.
 
Além dos problemas com o banco, o contribuinte que não declarou o imposto não conseguirá tirar o passaporte, caso queria viajar para fora do País. Ainda vale lembrar que, para obter o visto, você precisa do documento que comprova sua renda, para provar que você não tem interesse em mudar de País, por exemplo.
 
Além disso, como o CPF é bloqueado, empresas como Serasa e SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) também vinculam sua situação com a Receita ao seu nome. Assim, sempre que as lojas e o comércio em geral consultarem seu nome, saberão da sua situação. Com isso, o consumidor não consegue comprar a prazo em lojas nem solicitar uma conta de telefone celular, por exemplo.
 
Também é importante dizer que algumas imobiliárias exigem uma cópia da declaração do imposto, caso haja o interesse em alugar um imóvel. A declaração comprova que você terá condições de arcar com aluguel.
 
Mercado de trabalho
Mas os problemas não param por ai. O presidente do Sindicont-SP (Sindicato dos Contabilistas de São Paulo), Victor Domingos Galloro, explica que quem não declara o imposto de renda pode ter problemas caso seja aprovado em algum concurso público, já que os órgão públicos solicitam que o candidato esteja regular com a Receita Federal.
 
Ainda falando de mercado de trabalho, algumas empresas, para determinadas posições, como cargos de confiança, por exemplo, podem também solicitar que você apresente a sua declaração.
 
De acordo com Gonçalves, a Receita dá um prazo para efetivar o bloqueio do CPF, já que o órgão aceita declarações atrasadas, mediante ao pagamento de multa. Se a declaração for entregue com atraso, o contribuinte deve pagar multa de R$ 165,74. Caso tenha imposto a pagar, a multa é de 1% ao mês incidente sobre o valor - observados os valores mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20% do imposto devido.


http://economia.uol.com.br/impostoderenda/ultimas-noticias/infomoney/2012/04/27/imposto-de-renda-2012-voce-sabe-o-que-acontece-com-quem-nao-declara.jhtm

http://dinheiro.br.msn.com/tributos/imposto-de-renda-2012-voc%C3%AA-sabe-o-que-acontece-com-quem-n%C3%A3o-declara

http://cdlsertania.wordpress.com/2012/04/27/imposto-de-renda-2012-voce-sabe-o-que-acontece-com-quem-nao-declara/

http://br.noticias.yahoo.com/imposto-renda-2012-sabe-acontece-declara-130400035--finance.html

http://tvsolcomunidade.com.br/site/?p=17673

http://profmarcos0110.blogspot.com.br/2012/04/imposto-de-renda-2012-voce-sabe-o-que.html#!/2012/04/imposto-de-renda-2012-voce-sabe-o-que.html

http://ljcontabilidade.wordpress.com/

http://inesulcontabeis.blogs.sapo.pt/84179.html

http://sobretudosantiago.blogspot.com.br/2012/04/deixar-pra-ultima-hora.html

http://www.jornaldamidia.com.br/2012/04/27/voce-sabe-o-que-acontece-com-quem-nao-declara-imposto-de-renda/

http://www.ecofinancas.com/noticias/imposto-renda-2012-voce-sabe-acontece-declara

http://www.infomoney.com.br/financas/noticia/2415388-imposto+renda+2012+voce+sabe+que+acontece+com+quem+nao

http://www.glup.com.br/?pg=ler&id=16758

http://delegaciacrcpalhoca.wordpress.com/2012/04/28/ir-2012-voce-sabe-o-que-acontece-com-quem-nao-declara/

http://www.rhconnect.com.br/portal/imposto-de-renda-2012-voce-sabe-o-que-acontece-com-quem-nao-declara

http://www.radiojundiai.com.br/not_details.asp?id_not=127328

http://tribunadonorte.com.br/print.php?not_id=218845

 

 



Escrito por RELMARSP às 00h33
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Medidas paliativas não garantem aumento do consumo

A busca do estímulo à produção industrial, que vem reduzindo seu fôlego desde o ano passado, com propostas feitas pelo governo e ainda não implementadas, parece mesmo não passar de mera promessa. Brasília tem interesse no aumento de produção, mas força as empresas a investirem no seu parque industrial e melhorar a sua tecnologia, aumentando a competitividade frente aos produtos importados.
 
Tais medidas, principalmente no comprometimento relativo à redução de tributos, na prática acabam estimulando parcialmente um segmento e taxando mais em outros produtos. O governo não se mostra disposto a abrir mão da arrecadação – o que é um grande problema, tendo em vista que a participação da receita tributária no PIB cresce cada vez mais, permitindo que a máquina administrativa possa gastar mais. Mesmo o corte no orçamento, que aparentemente foi bem recebido, não se reverte no estímulo à indústria, pois seu real objetivo é gerar recursos para o pagamento dos juros da dívida interna e externa, que ano a ano fica mais pesada.
 
A manutenção do desconto do IPI na linha branca e a diminuição desse imposto para móveis e lustres podem transformar-se em medidas paliativas. Se o governo pensa que ser possível estimular a produção através do aumento do consumo em 90 dias, está redondamente enganado. Não há tempo para a indústria investir em seu parque ou mesmo melhorar seu faturamento, assim aumentando as margens e, dificilmente, o consumidor terá essa redução nos preços finais.
 
Para muitas empresários da área industrial, simplesmente repassar talvez não seja o objetivo, mas transformar esse valor em uma gordura para que possa haver reinvestimento e melhorar a competitividade. Só que 90 dias é um prazo totalmente insuficiente e nem servirá de melhoria para a indústria, seja para aumento do faturamento ou manutenção da empregabilidade.
 
Essas medidas tomadas pelo governo podem reduzir em até R$ 490 milhões a arrecadação, mas a previsão é que mantido esse incentivo haja o retorno do crescimento industrial, manutenção da empregabilidade, aumento do consumo e uma recuperação da redução na arrecadação tributária no período, vertendo para outros tributos como por exemplo PIS, COFINS, INSS e ICMS.
 
Em meados de março, a arrecadação projetada pelo Impostômetro era de mais de R$ 377 bilhões, o que representa no mesmo período anterior um crescimento em torno de 8,7%. Se houver uma análise mais detalhada, a redução de arrecadação para os próximos três meses representa, no máximo, 0,06%, levando-se em conta que a arrecadação para esse período deve ultrapassar os R$ 804 bilhões.
 
O governo deveria tomar atitudes que viessem ao encontro dos interesses do consumidor. Utilizar medidas paliativas é a mesma coisa que dar a um doente em estado terminal remédio para dor: o efeito passa rápido e os benefícios limitam-se à questão política. É preciso adotar atitudes estruturais, que não somente devem focar o IPI, mas os outros impostos dentro da cadeia de valor.
 
Simplesmente instituir medidas de curtíssimo prazo não irá adoçar nem a boca do empresário e muito menos do consumidor. O governo poderia ser mais prático e já estudar uma redução mais duradoura tanto para a linha branca e móveis, assim como para os insumos inerentes à produção.
 
Reginaldo Gonçalves – é coordenador do curso de Ciências Contábeis da Faculdade Santa Marcelina.

http://www.administradores.com.br/informe-se/administracao-e-negocios/medidas-paliativas-nao-garantem-aumento-de-consumo/54571/

http://refrescante.com.br/medidas-paliativas-nao-garantem-aumento-de-consumo-por-reginaldo-goncalves.html

http://www.monitormercantil.com.br/mostranoticia.php?id=111921

http://www.atribunanet.com/noticia/medidas-paliativas-nao-garantem-aumento-de-consumo-79141

http://m.clicatribuna.com/noticia/medidas-paliativas-nao-garantem-aumento-de-consumo-79141

http://www.inconfidente.com.br/materia.asp?CodMat=19994

http://agregario.com/medidas-paliativas-nao-garantem-aumento-consumo-reginaldo-goncalves

http://www.ecolifeonline.com.br/materia.asp?CodMat=19994

http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=64384

http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=200644

http://www.ahora.com.br/editorias.asp?Categoria=Opini%E3o

http://www.investne.com.br/Opiniao/medidas-paliativas-nao-garantem-aumento-de-consumo

http://clicatribuna.com/noticia/medidas-paliativas-n-o-garantem-aumento-de-consumo-79141

http://clipping.cservice.com.br/cliente/visualizarmateria.aspx?materiaId=15679648&canalId=76036&clienteId=WHRqiduOAhs=&end

http://clipping.cservice.com.br/cliente/visualizarmateria.aspx?materiaId=15717091&canalId=76036&clienteId=WHRqiduOAhs=&end

http://clipping.cservice.com.br/cliente/visualizarmateria.aspx?materiaId=15672865&canalId=76036&clienteId=WHRqiduOAhs=&end

http://clipping.cservice.com.br/cliente/visualizarmateria.aspx?materiaId=15767196&canalId=76036&clienteId=WHRqiduOAhs=&end

 



Escrito por RELMARSP às 02h37
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Déficit em conta corrente deve chegar a US$ 5,2 bi nesse mês

São Paulo

O Banco Central (BC) informou ontem que a projeção oficial para o déficit em transações correntes em abril é de US$ 5,2 bilhões. Se confirmado, o valor será superior ao dado divulgado, também ontem, quando o saldo negativo somou US$ 3,320 bilhões. Nos últimos doze meses o montante acumulou US$ 49,8 bilhões, equivalente a 1,98% do Produto Interno Bruto (PIB).

No primeiro trimestre de 2012, o déficit em transações correntes chegou a US$ 12,1 bilhões, patamar inferior ao registrado no mesmo período de 2011, US$ 14,8 bilhões. O balanço de pagamentos registrou superávit de US$ 10,6 bilhões, a conta financeira apresentou superávit de US$ 13,4 bilhões, no período.

Túlio Maciel, chefe do Departamento Econômico do Banco Central, afirmou que espera que boa parte desse déficit deverá ser financiada pelo ingresso de Investimento Estrangeiro Direto (IED). A parcial até o dia 20, segundo ele, já soma US$ 3,4 bilhões. O indicador chegou a US$ 5,887 bilhões em março e foi comemorado pelo representante da autoridade monetária, já que a previsão do banco era de US$ 4 bilhões.  No trimestre, a conta soma US$ 14,939 bilhões, o segundo melhor trimestre da série.

“Tivemos um resultado muito bom no mês. Vale mencionar que o fluxo de IED tem superado o déficit em conta corrente e o financiamento tem sido feito exclusivamente com o IED”, acrescentou, ao lembrar que o fluxo em 12 meses soma US$ 64 bilhões.

Diante disso, Maciel disse que a previsão oficial da casa de que o ingresso de IED deve somar US$ 50 bilhões no acumulado de 2012.

As contas externas brasileiras apresentaram em março déficit em transações correntes de US$ 3,320 bilhões, 42,1% menor que os US$ 5,737 bilhões registrados no mesmo mês do ano passado.

A conta de serviços registrou déficit de US$ 3,3 bilhões em março, 7,7% superior ao observado no mesmo mês de 2011. O gasto líquido com viagens internacionais alcançou US$ 997 milhões, redução de 3,7% na mesma base de comparação, destacando a expansão de 3,4% nos gastos de turistas estrangeiros no Brasil. Para o professor da  Faculdade Anhembi Morumbi, José Meireles, “esse déficit contribuiu negativamente para o total. Percebemos uma certa estabilidade da matriz exportadora, não existe diferença muito grande do que acontecia há um ano e agora”.

O déficit do mês passado foi gerado porque as despesas de brasileiros no exterior somaram US$ 1,627 bilhão, valor superior à receita obtida com estrangeiros em viagem ao Brasil, que deixaram US$ 630 milhões no País no mês passado.

As remessas líquidas de renda para o exterior somaram US$ 2,4 bilhões no mês, recuo de 47,1% em relação a março do ano anterior. As remessas líquidas de lucros e dividendos atingiram US$ 2 bilhões em março, ante US$ 3,7 bilhões remetidos no mesmo período de 2011. No primeiro trimestre de 2011, as remessas brutas de lucros e dividendos registraram US$ 4,7 bilhões, decréscimo de 46,2% no período comparativo, enquanto as receitas de lucros e dividendos atingiram US$ 1,2 bilhão, ante US$ 325 milhões ocorridos de janeiro a março de 2011.

Para o professor da Faculdade Santa Marcelina, Reginaldo Gonçalves  “não é uma surpresa o pagamento menor de dividendos de empresas que tem investimentos no País porque os lucros dessas empresas estão reduzidos”. As reservas internacionais somaram US$ 365,2 bilhões em março, aumento de US$ 8,9 bilhões em relação ao estoque apurado para o mês anterior.

A posição estimada da dívida externa total em março totalizou US$ 299,6 bilhões, elevação de US$ 1,4 bilhão em relação ao montante apurado para dezembro de 2011.

Os principais fatores de variação da dívida externa de longo prazo, excluindo-se as paridades, foram as captações líquidas de empréstimos do setor não financeiro, US$ 928 milhões; empréstimos de bancos, US$ 1,8 bilhão; e de títulos emitidos por bancos, US$ 2 bilhões.

Tulio Maciel, chamou atenção para o novo peso relativo do aluguel de equipamentos dentro das contas externas brasileiras. Os dados divulgados pelo BC mostram que o déficit dessa conta é recorde para o mês de março, quando somou -US$ 1,494 bilhão, e também para o primeiro trimestre do ano, saldo negativo de US$ 4,308 bilhões. “[Os destaques] são especialmente as máquinas para o setor de extração mineral pela ampliação da capacidade de produção do setor de petróleo e minerais metálicos”, citou o chefe do departamento.

Maciel informou ainda que o fluxo cambial em abril até o dia 20 (câmbio contratado) está positivo em US$ 3,870 bilhões. O saldo comercial está positivo nesse período em US$ 5,115 bilhões (resultado de exportações em US$ 16,989 bilhões e importações de US$ 11,874 bilhões). Já o fluxo cambial no segmento financeiro é negativo em US$ 1,246 bilhão.

http://www.panoramabrasil.com.br/deficit-em-conta-corrente-deve-chegar-a-us$-5,2-bi-neste-mes-id85686.html

http://clipping.cservice.com.br/cliente/visualizarmateria.aspx?materiaId=15667346&canalId=76036&clienteId=WHRqiduOAhs=&end

 



Escrito por RELMARSP às 02h27
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Uma semana para enviar a declaração do Imposto de Renda

Para especialistas, é preferível enviar o IR incompleto e retificar depois a atrasar entrega
 
Suzane G. Frutuoso
 
A Receita Federal recebeu até ontem 13.641.435 declarações do Imposto de Renda 2012. Significa que dos 25 milhões de contribuintes que devem prestar contas ao Leão este ano, 11 milhões ainda não enviaram o documento. O prazo termina na próxima segunda-feira. E é melhor entregar o documento incompleto, para não pagar a multa, do que em atraso.
 
Os que perderem o prazo estarão sujeitos a multa de R$ 165,74 ou de 1% ao mês sobre o imposto devido. Se a declaração for enviada com pendências, assim que puder, o contribuinte deve providenciar a retificadora, informando o dado que faltava. Ou corre o risco de cair na malha fina. Estão obrigados a declarar o IR quem ganhou acima de R$ 23.499,15 em 2011.
 
Não deixar para a última hora é a principal recomendação dos especialistas. “A pessoa pode se atrapalhar ao preencher o formulário em pouco tempo. Podem faltar documentos ou o computador dar algum problema”, diz Joaquim Adir, Supervisor Nacional do Programa do IR.
 
“Na correria, o contribuinte coloca informações em campos errados. Isso pode bloquear a transmissão da declaração no sistema. Cheque com calma”, diz Reginaldo Gonçalves, coordenador de ciências contábeis da Faculdade Santa Marcelina.
 
Ele lembra que aqueles que não têm fonte de renda, mas tiveram algum ganho de capital acima de R$ 40 mil com rendimentos de investimentos (como a poupança) ou uma negociação (como a venda de um imóvel), também precisam prestar contas.
 
Joaquim Adir diz que o sistema está preparado para receber as declarações com grande quantidade de acessos. Mas o histórico mostra sempre um final de prazo tumultuado, com lentidão. Ano passado, 3 milhões de contribuintes deixaram para o último dia.

http://blogs.estadao.com.br/jt-seu-bolso/uma-semana-para-enviar-a-declaracao-do-ir/

http://www.portalazboxazamerica.com/2012/04/preste-atencao-na-conta-do-leao-ultima.html

http://www.oimpacto.com.br/tributos/uma-semana-para-enviar-a-declaracao-do-ir/

http://m.oimpacto.com.br/tributos/uma-semana-para-enviar-a-declaracao-do-ir/

http://www.camacarinoticias.com.br/leitura.php?id=167599

http://tribunadonorte.com.br/noticia/contribuintes-tem-ate-segunda-para-declarar-ir/218845

 



Escrito por RELMARSP às 02h18
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Metade dos contribuintes ainda não declararam o IR

Faltando dez dias para o final do prazo, 13 milhões de contribuintes ainda vão prestar contas ao Leão. Na hora declarar, é preciso todo cuidado para evitar a malhar fina

Faltam apenas dez dias para o fim do prazo de entrega da declaração de Imposto de Renda (IR) – que se encerra dia 30 –e cerca de 13 milhões de brasileiros não prestaram contas com o Fisco ainda. Mais da metade dos 25 milhões de contribuintes esperados pela Receita Federal do Brasil em 2012. Apesar de terem o relógio como inimigo, os atrasados precisam ter muito cuidado. É na pressa que erros bobos acontecem e o documento termina caindo na malha fina.

No ano passado, foram 158.094 retenções em todo País. O principal motivo foi omissão de rendimentos, especialmente de profissionais autônomos. Na lista de erros constam ainda o lançamento de deduções indevidas ou uma simples vírgula fora de lugar (ver arte abaixo).

Mas é no campo de dependentes que os casos são mais numerosos. Há falhas simples, como quando marido e mulher, cada um no seu documento, declaram o filho para obter abatimento no imposto (um dependente, segundo a legislação, só pode estar vinculado a um único contribuinte). Ou a bolsa estágio da filha é omitida, o que é errado. “Já houve casos até de um homem que declarou a amante como dependente”, citou Reginaldo Gonçalves, coordenador do curso de Ciências Contábeis da Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo.

A gerente operacional da MG Contécnica e especialista em declaração de IR, Juliana Fernandes, chama a atenção dos retardatários de que, nesse momento, obter alguns documentos pode ser difícil. “Informes bancários, por exemplo. Para quem não utiliza internet é possível obter no caixa eletrônico. Mas se for depender da agência perderá tempo enfrentando filas e só poderá fazê-lo na próxima segunda-feira”, alertou.

Juliana recomenda ainda aos contribuintes conferirem com muita atenção todo a declaração. “Um rendimento que era R$ 26.717 e foi lançado como R$ 26.177 já leva a declaração para malha. Vale lembrar que, dois ou três dias depois de enviada, o contribuinte já pode acompanhar o processamento da declaração e verificar se ela ficou retida ou não. Dentro do prazo de entrega é possível fazer uma retificadora, sem custos, e evitar a convocação da Receita para prestar contas”, comentou a especialista.

Gonçalves acrescentou que é comum do brasileiro deixar tudo para última hora, mas quando o assunto é IR, o problema é outro. “A maior parte das pessoas busca, a todo custo, reduzir a base de cálculo do imposto. E, para tanto, termina lançando dependentes indevidos, informações incorretas. Enfim, qualquer coisa para não pagar”, afirmou.

Nessa busca desenfreada, algumas situações estranhas acontecem. Há casos registrados na Receita de contribuintes que informaram como gastos de saúde a consulta ao veterinário do cachorro. Outros tentam ser mais discretos: declaram curso de inglês como despesa de educação – o que não é permitido, é bom dizer.

http://istoepiaui.com.br/economia/metade-dos-contribuintes-nao-declarou-o-ir/

http://istoepiaui.blogspot.com.br/2012/04/metade-dos-contribuintes-nao-declarou-o.html

http://clipping.cservice.com.br/cliente/visualizarmateria.aspx?materiaId=15654653&canalId=76036&clienteId=WHRqiduOAhs=&end

 



Escrito por RELMARSP às 01h22
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Baiano demora em entregar a declaração do IR

Faltando 10 dias para o final do prazo estipulado pela Receita Federal do Brasil, apenas 483 mil contribuintes baianos entregaram a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física. Em 50 dias, cerca de 48% das 1 milhão de declarações esperadas. Em todo o país, o cenário não é muito diferente.

Foram 11,56 milhões de declarantes que já ajustaram suas contas com o Leão, ante uma previsão de 25 milhões de declarações estimadas. O prazo se encerra no próximo dia 30, no horário de funcionamento do Banco do Brasil e Caixa Econômica, para quem fizer a entrega por disquete, ou às 23h59 minutos, pela internet.


Àqueles que estão correndo contra o relógio, a própria Receita e especialistas dão dicas importantes. A Receita alertou, em comunicado à imprensa, sobre o risco de deixar para enviar a declaração nos últimos dias. O principal dele é encontrar problemas no envio da declaração, em virtude do grande volume de declarantes acessando o site da receita. A não entrega do documento no prazo rende multa de no mínimo R$ 165,74 até 20% do valor do imposto devido. No grupo de quem tem imposto a ser restituído, quem envia a declaração antes tem mais chance de receber estes valores mais cedo.
 
Quem, definitivamente, não consegue compreender o sistema, algumas universidades e faculdades montaram postos de auxílio. Na Universidade Católica (UCSal),  o posto funciona  à noite, na Faculdade de Ciências Contábeis/campus de Pituaçu, de segunda à sexta, das 18h30 às 21h30.

O curso de Ciências Contábeis da Faculdade Ruy Barbosa faz serviço semelhante no Shopping Center Lapa. O atendimento de preenchimento ocorre até o dia 27. Nos três dias seguintes será prestada apenas a consultoria.
 
Segundo a RFB, é comum nesta reta final o envio de emails falsos com supostas exigências do órgão. “A Receita Federal do Brasil adverte, mais uma vez, que não envia cartas ou e-mails intimando ou solicitando aos contribuintes a regularização de dados cadastrais”.
 
Erros frequentes
 
O especialista em Gestão Tributária-Fiscal, Mauro Morais orienta o contribuinte retardatário a marcar uma data na agenda para fazer a declaração, criando assim um compromisso explícito quanto a incumbência. Antes disso, é preciso fazer um check-list de todos os documentos necessários, separando os comprovantes de despesas dedutíveis.

“Quando você faz com pressa, é mais comum informar ou digitar um dado de forma incorreta. (quem ainda não declarou) tem que sentar já, verificar se está obrigado a declarar, baixar o programa e relacionar os documentos. É se organizar o mais rápido possível”, disse o especialista.

Segundo o coordenador do curso de Ciências Contábeis da Faculdade Santa Marcelina (SP), Reginaldo Gonçalves, se nem toda papelada for  reunida até o dia 30, o melhor é fazer a declaração incompleta e depois fazer uma declaração retificadora. Quem optar por este caminho fica livre das penalidades por descumprimento do prazo

 
“O importante é a pessoa fazer a retificação assim que tiver posse dos documentos e, depois do dia 30, não é mais possível mudar do modelo simplificado para o completo ou do completo para o modificado. Tem que ser o mesmo da declaração anterior”, explicou.

O professor destaca que quanto mais tarde for feito o acerto de contas com a Receita, mais chances de erros no preenchimento, tais como omissão de dados, digitação de valores a maior ou a menor e utilização no campo errado.

Estes casos também podem ser corrigidos numa declaração retificadora. Mauro Morais informa que outro equívoco constante é declarar despesas de dependentes em cartão de crédito ou plano de saúde que, para efeito de imposto de renda, não gozam desta condição
 
Veja quem está obrigado a declarar
 
Estão obrigados a declarar o contribuinte que recebeu rendimentos tributáveis cuja soma for superior a R$ 23.499,15 e rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, maior do que R$ 40 mil. O Leão do IR já avisou que a malha fina virá com mais apetite.  O órgão pretende passar o pente fino em 200 mil declarações este ano. Em 2011, foi fiscalizada uma amostra de 158 mil contribuintes, sobretudo proprietário e dirigente de empresa, profissional liberal, funcionário público e aposentado.
 
Também deve fazer a declaração quem obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeitos à incidência do imposto; realizou operações em Bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas; receita bruta na atividade rural em valor superior a R$ 117.495,75 ou pretenda compensar, no ano-calendário de 2011 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2011 ou a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil. O mesmo acontece com quem passou a residir no Brasil no ano passado e manteve-se e nesta condição em 31 de dezembro.

http://www.tribunadabahia.com.br/news.php?idAtual=112706

 



Escrito por RELMARSP às 01h10
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Não basta reduzir os juros

O Banco Central do Brasil reduziu novamente a taxa de juros em 0,75 ponto percentual, de 9,75% para 9%, como previsto por diversos economistas. Isso é reflexo das metas traçadas pelo Governo na busca da redução das taxas de juros e do aquecimento do mercado interno frente aos problemas internacionais com a economia.

A redução poderá ajudar, inclusive, o aquecimento do consumo; o grande problema não está somente nos juros, mas também no crescimento da economia brasileira. O Banco Central acredita que o PIB cresça, em 2012, entre 3,5% e 4%, diferente da expectativa do Governo, que é 4,5%.
 
A busca pelo equilíbrio no sistema econômico depende de outros fatores que somente poderão ser controlados se houver intervenção do Governo de forma saudável. Não podemos ser protecionistas, como aconteceu com os artigos importados – atitude criticada por todo o mundo. Outro aspecto onde ainda temos alguns problemas são as commodities que possuem preços internacionais como petróleo, etanol, açúcar etc.
 
Recentemente, o Ministério do Trabalho, através do CAGED, trouxe informações importantes com relação à empregabilidade, como o crescimento e da mão de obra com carteira assinada. Além disso, diversos profissionais, demitidos de outros setores, são absorvidos, principalmente, por empresas prestadoras de serviços – mercado que vem crescendo significativamente.
 
Para que haja uma escala de produção e consumo, há a necessidade de que novas empresas que se instalarem aqui e as que estão em expansão possam contar com profissionais qualificados. Vivemos um apagão da mão de obra. Muitas empresas de vários segmentos enfrentam enormes dificuldades na hora de contratar um profissional qualificado.
 
É fundamental uma ação mais forte do Governo e sindicatos na capacitação urgente de profissionais, para que, assim, sejam recolocados rapidamente e possam colaborar para o aumento da produção e empregabilidade. Estes são pontos importantes para termos produção e contribuir para o aumento do PIB, gerando impostos ebuscando a redução da dívida interna e externa, através do aumento do superávit primário.
 
Talvez seja a hora do Ministério do Trabalho reduzir a idade de contratação do menor, que hoje é de 16 anos, para 14 anos. Por meio de estágios e escolas profissionalizantes, o menor vai sendo preparado para assumir seu lugar no mercado de trabalho e conquistar uma melhor qualidade de vida.

http://www.investimentosenoticias.com.br/ultimas-noticias/artigos-especiais/nao-basta-reduzir-os-juros.html

http://refrescante.com.br/nao-basta-reduzir-os-juros-por-reginaldo-goncalves.html

http://www.alertatotal.net/2012/04/nao-basta-reduzir-os-juros.html

http://www.inconfidente.com.br/materia.asp?CodMat=19972

http://grupoahora.com.br/materia.asp?CodMat=19972

http://www.jornaldosudeste.com.br/index.php?pg=4&id=5921

http://www.administradores.com.br/informe-se/economia-e-financas/nao-basta-reduzir-os-juros/54478/

http://www.administradores.com.br/mobile/noticias/economia-e-financas/nao-basta-reduzir-os-juros/54478/

http://www.franciscoevangelista.com/2012/04/nao-basta-reduzir-juros-defende.html

http://www.ecofinancas.com/noticias/basta-reduzir-juros

http://www.revistafatorbrasil.com.br/ver_noticia.php?not=200266

http://tribunadonorte.com.br/noticia/nao-basta-reduzir-os-juros/218302

http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=64299

http://blogdoarmario.blogspot.com.br/2012/04/cadexcel12770-desibas-on-line-n-1182.html

http://www.ubaweb.com/revista/g_mascara.php?grc=39527

http://www.panoramabrasil.com.br/nao-basta-reduzir-os-juros-id85564.html

http://clipping.cservice.com.br/cliente/visualizarmateria.aspx?materiaId=15663963&canalId=76036&clienteId=WHRqiduOAhs=&end

http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?ctg=8&id=8154&pagina=6

http://clipping.cservice.com.br/cliente/visualizarmateria.aspx?materiaId=15681606&canalId=76037&clienteId=WHRqiduOAhs=&end

http://www.investne.com.br/Opiniao/nao-basta-reduzir-os-juros

http://clipping.cservice.com.br/cliente/visualizarmateria.aspx?materiaId=15727420&canalId=76036&clienteId=WHRqiduOAhs=&end

http://clipping.cservice.com.br/cliente/visualizarmateria.aspx?materiaId=15726811&canalId=76036&clienteId=WHRqiduOAhs=&end

 

 



Escrito por RELMARSP às 21h51
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Kirchner ou Repsol: quem tem razão?

Ao expropriar os 51% da participação que a Repsol espanhola detinha na YPF, empresa dedicada à exploração de petróleo na Argentina, a presidente desse país, Cristina Kirchner, tomou uma atitude que poderá acarretar consequências negativas para o endividamento externo e o equilíbrio fiscal. A medida contraria os pressupostos e objetivos que nortearam a privatização da YPF em 1999, no governo neoliberal de Carlos Menem, de atrair investimentos e melhor a exploração dos campos petrolíferos.
 
A retomada da nacionalização neste momento gera discussões relacionadas à falta de comprometimento existente nos investimentos não efetuados e na gradativa redução da produção interna do petróleo. Os argentinos eram autossuficientes e se iniciou o processo de importação de produtos para subsidiar o atendimento de suas necessidades.
 
É fato que a crise espanhola fez com que várias empresas deixassem de investir nos países emergentes. Isso provocou a busca de aumento nas retiradas de lucros e redução dos investimentos – até como meio de sobrevivência. O prejuízo ficou com as nações nas quais os empreendimentos estão instalados, provocando, direta e indiretamente, problemas de desemprego e redução na arrecadação tributária.
 
A Repsol, diante da expropriação de seu investimento na YPF, antecipou publicamente que requererá US$ 9 bilhões, relativos à sua participação, e entrará na Justiça solicitando uma arbitragem internacional. O fato de as ações da Repsol caírem na Bolsa de Valores espanhola (7,04%) depois do anúncio da expropriação demonstra a fragilidade do próprio mercado europeu e a desconfiança causada por qualquer país emergente em atos que possam ser considerados arbitrários.
 
A atitude tomada pela presidente argentina demonstra que os países emergentes precisam manter o seu desenvolvimento, e a quebra de contrato ocorre quando alguém deixa de fazer algo com o que se comprometeu. Para argumentação na justiça, o mecanismo é a arbitragem internacional, em que há necessidade de avaliação do descumprimento de cláusulas contratuais para se legitimar a medida do governo argentino deretomar a companhia, ou garantir as indenizações aos espanhóis, caso a quebra de contrato tenha sido tecnicamente injustificada.
 
A Argentina passa por momentos difíceis, mas Kirchner tem demonstrado competência e segurança nas atitudes que toma, com o apoio do Congresso. É fato que, infelizmente, países emergentes ainda são avaliados pelo mercado internacional de maneira muitas vezes injusta, mas veremos nesse caso quem está com a razão. É importante evitar que os países da América Latina sejam punidos e tenham seu grau de investimento reavaliado por atitudes que mantém a soberania e respeito às suas diretrizes.
 
Reginaldo Gonçalves é coordenador do curso de Ciências Contábeis da FASM (Faculdade Santa Marcelina)

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Escrito por RELMARSP às 00h20
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